Pensamentos do Dia - 1 de Julho
Colocado por: Deevian em Geral
Foi numa fria noite de Janeiro que dei os meus primeiros passos nesta gigante indústria nipónica que todos adoramos. Os jogos escassavam e a 7ª arte já não despertava em mim o mesmo interesse de antes. No limiar do aborrecimento, dei conta de uma luz a piscar na minha barra de tarefas - tendo as colunas desligadas, nem havia reparado que alguém estava a falar comigo no messenger.
Era um rapaz da minha turma, e das únicas pessoas que partilhavam o meu interesse pelas novas tecnologias nela. Não o conhecia há muito tempo, mas era o suficiente para saber que ele era (e continua a ser) um tipo porreiro, apenas com uma tendência menos saudável de ficar horas a fio viciado em Lineage 2. Ao ver o que ele queria de mim, deparei-me com um frenezim de cores e smiles que, nas suas palavras, não passava de uma tentativa de me fazer perceber a epicidade de Bleach. Perdoem o meu cepticismo na altura.
Não tinha mais nada que fazer naquela noite portanto segui o conselho dele e, através do já defunto Stage6, vi o primeiro episódio de Bleach. Se correspondeu ao que me havia sido dito? Não, mas nem era mau de todo. Entreteu-me o suficiente para ver até ao início da arc dos fillers, e levou-me a dar cabo da cabeça do Tsumori na procura de outros animes interessantes. Fui aproveitando o Stage6 para ver várias séries em streaming de alta definição e comecei a entrar cada vez mais neste universo. Eventualmente fui apresentado ao staff daqui do Ten No Koe com a pretensão de começar a escrever para o Review.Ten no Koe, projecto que acabou por não resultar por variadas razões, sendo as mais óbvias a falta de tempo e de interesse, e passado algum tempo (ocupado com exames e afins) cheguei aqui.
Onde é que vos quero levar com isto?
Comecei a ver anime pelo prazer que me proporcionava. Pelo entretenimento que aqueles vinte e poucos minutos transmitiam, pelo incrível universo que era criado naquele espaço de tempo. Se um anime me levasse as emoções ao rubro, se me divertisse, isso seria o suficiente para o considerar um bom anime.
Quando é que deixou de ser assim?
Tantas vezes ouço pessoas a dizer, em diferentes contextos, que lá por alguém gostar de alguma coisa não quer dizer que ela seja boa, o que me deixa a ponderar - afinal o que é que leva um anime a ser bom? O som, a animação, a história - aspectos técnicos, portanto? Ora, e permitam-me o desvaneio, mas não será possível que o que de facto faz um bom anime é a sua capacidade de levar as pessoas a gostar dele? Dito de outro modo, se eu gostar dum anime, haverá alguma razão para que ele não seja bom?
Redefinam as vossas prioridades. Se acham que Zero no Tsukaima é cómico, sigam a onda. Preferem séries mais ao estilo de Kaiba? Entrar no mundo de ladrões com Nijuu Mensou no Musume? Ou talvez tenha mais graça passarem por piratas com One Piece? O que interessa é que se divirtam - se o fazem, o que os outros pensam não tem qualquer relevância.
P.S. - Mais vale tarde que nunca, tenho andado para postar algumas notícias aqui mas vai demorar até me habituar ao WordPress. Talvez daqui para a frente sintam mais a minha presença nestes “Pensamentos do Dia” que tenciono escrever de tempo a tempo. Anseio ver-vos por cá!





FUCK YEAH YU-GI-OH 5D’s!
Mas Zero no Tsukaima ainda é mau.
Olha tantos botões, o que é que o “Delete” faz?
Sim, Zero no Tsukaima é mau.
E eu vejo a carrinha do noddy. E até tou a gostar. Coisas.
Tens de estudar Estética, Deevian.
Isso significa?
Zero no Tsukaima rula, fuck the haters.